terça-feira, 21 de janeiro de 2014

TRABALHANDO PARA OS POUCOS

Em novembro de 2013, o Fórum Econômico Mundial divulgou seu "Outlook no Mundial
Agenda 2014 ",
1
em que se classificou aumento das disparidades de renda como o segundo maior
risco em todo o mundo nos próximos 12 a 18 meses. Com base entrevistados, a desigualdade é
'Impactando a estabilidade social dentro dos países e ameaçando a segurança em uma escala global. "
Oxfam compartilha sua análise, e quer ver o Fórum Econômico Mundial 2014 fazer a
compromissos necessários para combater a crescente onda de desigualdade.
Alguns desigualdade econômica é essencial para impulsionar o crescimento e progresso, recompensar aqueles
com talento, habilidades suado, ea ambição de inovar e levar empresarial
riscos. No entanto, os níveis extremos de concentração da riqueza que ocorre hoje ameaçam
excluir centenas de milhares de pessoas de perceber os benefícios de seus talentos e
trabalho duro.
  






Extrema desigualdade econômica é prejudicial e preocupante por vários motivos: é moralmente
questionável, que pode ter impactos negativos sobre o crescimento econômico ea redução da pobreza;
e pode multiplicar problemas sociais. É outros compostos desigualdades, tais como aqueles














entre mulheres e homens. Em muitos países, a desigualdade econômica extrema é preocupante








ganhar a confiança de alguém

Eu tive a oportunidade de perguntar Robin Dreeke algumas perguntas. Robin está a cargo da Secretaria Federal de Programa de Contra-Análise Comportamental elite de Investigação e autor de " Não é toda sobre mim . "
Robin combina ciência e anos de trabalho no campo para oferecer dicas práticas para a construção de relacionamento e estabelecer a confiança. Nesta breve entrevista, ele discute a construção de relacionamentos, como se aproximar de alguém que você não conhece e pedir um favor, e as chaves para estabelecer a confiança.
Um monte de pessoas estão interessadas em fortalecer e aprofundar as relações. Como as pessoas podem fazer isso?
Este é o aspecto mais importante de tudo o que fazemos na vida. Eu vou dar um pouco de ciência luz por trás de cada das minhas respostas, mas para mim ele apenas explica as explicações subjetivas simples por trás naturalmente grandes relações de confiança.
Ambos anedótica (evidência), bem como a ciência apoia o fato de que a maior felicidade é encontrada em interações sociais positivas e relacionamentos. A resposta mais simples para isso é "fazer tudo sobre eles." Nosso cérebro nos recompensa quimicamente quando somos capazes de conversar e compartilhar nossas opiniões, prioridades e objetivos com os outros ... a longo prazo, a curto prazo, etc Nosso cérebro também nos recompensa quando estamos incondicionalmente aceitos pelo que somos como um ser humano sem julgamento.
Ambos os conceitos são geneticamente codificados em cada um de nós (em diferentes graus) por causa de nossos instintos de sobrevivência antiga (egocentrismo), bem como a nossa necessidade de pertencer a grupos ou uma tribo (mentalidade tribal de sobrevivência e de recursos).Quando você coloca esses conceitos simples em conjunto, a resposta é simples de entender, mas muitas vezes difícil de executar .... Falar em termos de interesses e prioridades da outra pessoa e depois validá-los, as suas escolhas, e que eles estão sem julgamentos. Algumas pessoas fazem isso naturalmente, para o resto de nós, você pode construir esta habilidade e eventualmente torna-se uma segunda natureza.
A confiança é a base para a maioria das situações da vida. Como podemos desenvolver confiança? Quais são as chaves?
Eu só posso responder pela minha própria formação e experiência, porque a confiança é uma coisa muito difícil de medir e definir e definição de cada indivíduo pode variar e nosso cérebro leva em muito mais do que a informação verbal ao determinar a confiança. Para mim e para o que eu ensino eu começar com o que eu disse na pergunta um. Confiança primeiro começa com uma relação em que o cérebro da outra pessoa está recompensando-os para o compromisso com você, fazendo o que eu esbocei acima.
A segunda parte do meu processo de confiança é entender os objetivos da outra pessoa e manter suas metas e prioridades no topo da minha lista de objetivos e prioridades. Ao fazer objetivos da outra pessoa e prioridades a sua, a confiança irá se desenvolver. Ao longo do tempo (algumas pessoas mais rápido do que outros) a necessidade de retribuir a gentileza e relacionamento vai construir. Em outras palavras, a confiança é construída mais rápido e mais forte quando não há nenhuma agenda pessoal.
Qual é a melhor maneira de abordar alguém que você não conhece e pedir-lhes um favor?
Usando simpatia e procurar ajuda é sempre a melhor. Se você pode quebrar a ajuda / favor que você está procurando em torno de uma prioridade e interesse do indivíduo se vai realizar, as chances de sucesso aumentam. Adicionar a prova social (ou seja, outros ao seu redor já está ajudando ou assinaram uma petição, etc) e você aumentá-lo ainda mais. Mais uma vez, o foco em como você pode pedir um favor ao obter seu cérebro para recompensá-los por isso.
Quais são algumas das estratégias para construir o rapport, dando uma palestra, apresentação ou entrevista?
Ego Suspensão / humor auto-depreciativo ... Faça tudo sobre eles! Como é a informação que você está conversando sobre ir para beneficiá-los? Fale sobre os pontos fortes e as habilidades que cada um já e que tudo o que esperamos fazer é tê-los compreender os seus pontos fortes ainda melhor e ser capaz de transmiti-los a outras pessoas de forma mais eficaz se eles querem ter. Validar a cada pergunta e opinião sem julgamentos. Se não acontecer a concordar, simplesmente perguntar "isso é uma opinião fascinante / perspicaz / pensativo ... você se importaria de me ajudar a entender como você veio com ele?" Mais uma vez, o seu cérebro vai recompensá-los em vários níveis para isso.
Eu suspeito que você gastar muito tempo tentando descobrir se as pessoas estão a manipular você ou a situação? Você pode falar sobre isso? Como você pode dizer quando as pessoas estão tentando manipulá-lo?
Vou começar por dizer que eu não gosto da palavra manipular. A palavra tende a objetivar as pessoas e remove o ser humano a partir da equação. Quando as pessoas sentem que são objetos, a confiança não será construída. Eu tendem a não pensar em alguém tentando me manipular, mas às vezes uma agenda muito egoísta se torna evidente. Isto é o que geralmente é a manipulação .... uma agenda de auto-serviço, onde a outra pessoa sente-se usado sem reciprocidade.
Quando eu perceber que pode haver um excesso de uma agenda de auto-serviço (manipulação) Eu não julgo a pessoa negativamente. Tento explorar duas áreas, a fim de compreendê-los melhor. (Voltar para as minhas primeiras respostas aqui ... este processo começa a construir um relacionamento e confiança :)) Eu tento entender o que o seu objectivo e é por isso que é o seu objectivo.
O que eles estão tentando alcançar, etc Além disso, vou tentar entender por que eles sentiram uma certa maneira de se comunicar comigo seria eficaz para eles na situação. Eu tendo a fazer perguntas para ajudá-los a pensar sobre como eles podem ser mais bem-sucedida em seus objetivos através de outros métodos ... como eu esbocei acima.
Em outras palavras, ajudá-los a conseguir o que quer com objetivo me tinham .... porque não era esse seu objetivo, afinal? :) Veja ... mantê-lo sempre voltando para eles.
Se você tivesse que dar um curso intensivo na construção de um relacionamento com alguém, quais são os 5 principais coisas que as pessoas precisam fazer? O que leva a maior parte da carga por assim dizer?
1) Aprenda ... sobre suas prioridades, metas e objetivos.
2) Local ... deles à frente de seu
3) Permitir-los a falar .... suspender a sua própria necessidade de falar.
4) Procure os seus pensamentos e opiniões.
5) Suspensão Ego! Validá-los incondicionalmente e sem julgamentos por quem eles são como um ser humano.
a lista negra


sábado, 18 de janeiro de 2014

fraude milionária na Caixa

A Polícia Federal deteve no fim da tarde deste sábado (18), no Maranhão, o suplente de deputado federal Ernesto Vieira Carvalho Neto. Filiado ao PMDB, ele é suspeito de fazer parte do esquema que desviou cerca de R$ 73 milhões da Caixa Econômica Federal no fim de 2013. O crime é tratado como a maior fraude já sofrida pela instituição.
Segundo o delegado federal Omar Pepow, o suplente foi detido entre as cidades de Carolina e Estreito, na região sul do Estado. Neto foi levado para Araguaína (TO), onde deve prestar depoimento ainda hoje.
Pepow afirmou à Agência Brasil que ao investigar a fraude denunciada pelo próprio banco estatal, a PF encontrou indícios de que Neto forneceu uma conta de luz de uma ex-empregada para que integrantes do esquema abrissem uma conta corrente em uma agência da Caixa de Tocantinópolis (TO).
Pouco tempo depois, cerca de R$ 73 milhões foram depositados nessa conta como se fossem o pagamento de um prêmio da Mega Sena que nunca existiu. Por fim, o dinheiro foi transferido para várias contas.
Durante as investigações, a PF prendeu o ex-gerente-geral da agência de Tocantinópolis Robson Pereira do Nascimento.
De acordo com o delegado federal, há gravações de conversas telefônicas, obtidas com autorização judicial, em que o ex-gerente, pouco antes de ser preso, pede ajuda a Neto para se defender, demonstrando já ter conhecimento de que a PF investigava o assunto e identificara alguns dos envolvidos no esquema.
Segundo a PF, aproximadamente 70% do total desviado foram recuperados. As investigações continuam. Quatro pessoas estão sendo procuradas. Além de cinco mandados de prisão preventiva, a Justiça expediu dez mandados de busca e apreensão e um de condução coercitiva a serem cumpridos em Goiás, Maranhão eSão Paulo.
Ao todo, 65 policiais federais do Tocantins, de Goiás, do Maranhão e de São Paulo participam da operação, que recebeu o nome de Éskhara e conta com o apoio do Ministério Público Federal (MPF).

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Admirar MIT e Stanford

Embora dê aulas de computação na Universidade Stanford, o canadense David Cheriton não é um professor normal — certamente não para os padrões brasileiros. Cheriton tornou-se uma estrela na universidade porque é investidor, empresário, tutor de empreendedores e, por fim, bilionário (sua fortuna está estimada em 1,7 bilhão de dólares).
Ele foi personagem-chave na criação da empresa de dois de seus alunos, Larry Page e Sergey Brin: deu um cheque de 100 000 dólares à dupla para montar oprimeiro escritório do Google, em 1998. Em menos de uma década, sua participação na empresa já fazia dele um bilionário.
Desde então, o professor desembolsou 50 milhões de dólares para investir em 17 empresas e divide a carreira acadêmica com a gestão de seus negócios. A figura de Cheriton representa à perfeição uma peculiaridade americana — um estilo de ensino que, mais do que criar acadêmicos, tem como objetivo formar empresários.
O conceito nasceu nos anos 70, quando Stanford e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) romperam com a tradição secular que priorizava a formação de pensadores.
Nascia, ali, um modelo — para usar merecidamente uma expressão gasta — revolucionário, um ecossistema de estímulo à inovação e ao empreendedorismo em que é até esperado que um professor seja sócio dos alunos.
Não é à toa que o Vale do Silício (onde fica Stanford) e a região de Boston (sede do MIT) se tornaram dois dos maiores berços de empresas do mundo. Alunos e professores de Stanford já criaram quase 40 000 companhias. As que vingaram — como o Google e a fabricante de carros elétricos Tesla ­Motors — somam receitas anuais de 2,7 trilhões de dólares.
O MIT não fica muito atrás. Seus alunos criaram mais de 25 000 empresas, que hoje têm um faturamento anual de 2 trilhões de dólares. Assim que entram em Stanford e MIT, os estudantes sabem que encontrarão uma estrutura que incentivará a inovação.
Deixar de aproveitá-la, aliás, traz a sensação de estar ficando para trás em relação aos colegas, algo que costuma mexer com os brios dos geninhos que conseguem uma vaga nessas universidades.
Esse modelo inclui a consultoria de professores tutores, palestras com empresários, competições com prêmios em dinheiro pelas melhores ideias de negócio, incubadoras bem estruturadas e acesso fácil a recursos financeiros. Além de fazer a conexão com investidores, as duas universidades criaram os próprios fundos para financiar os alunos.
Esse modelo sempre foi ardorosamente admirado. Mas a novidade é que um grupo de universidades decidiu parar de apenas elogiar Stanford e MIT e passou a tentar, meticulosamente, copiá-las.
As pessoas acham que toda universidade americana tem estrutura para criar startups”, diz o americano Edward Roberts, diretor do centro de empreendedorismo do MIT. “A realidade é que, fora de Stanford e MIT, esse movimento é recente.”

Um dos melhores exemplos de quem está conseguindo replicar esse ecossistema é a Universidade da Califórnia (UC). A instituição, que investe anualmente 5 bilhões de dólares em pesquisa (o maior montante entre as universidades americanas), já vinha se destacando nos rankings de patentes geradas por alunos, mas não tinha o mesmo sucesso em relação à criação de empresas.
O diagnóstico? A UC estava falhando em transformar ideias em negócios. A solução foi olhar para quem estava fazendo isso direito. Segundo William Tucker, diretor executivo da UC, em 2006 a universidade decidiu replicar o modelo de incubadora existente em Stanford.
Além do espaço físico e de uma infraestrutura tecnológica básica para as startups operarem — o que costuma ser o padrão das universidades —, a incubadora passou a oferecer consultoria de professores e a fazer a conexão das empresas com os investidores. O esforço deu certo.
A UC hoje tem cinco incubadoras, que custaram 600 milhões de dólares. Em 2013, a universidade lançou 55 startups, o maior número entre as instituições americanas. “Pergunto todos os dias como podemos chegar cada vez mais perto de Stanford”, diz Tucker. “Nossa estratégia foi direcionar as incubadoras para o setor de biotecnologia, onde tínhamos um maior potencial.”
Uma das primeiras inovações introduzidas por Stanford e MIT, ainda nos anos 70, foram os escritórios de gerenciamento de patentes, responsáveis por cuidar da burocracia necessária para licenciar as tecnologias e, principalmente, levá-las ao mercado. Descobrir o próximo Google é uma boa forma de conseguir prestígio, atrair bons alunos e ganhar dinheiro.
Só com o licenciamento do código do software que deu origem ao buscador, Stanford já ganhou 337 milhões de dólares. Em 2012, as universidades americanas embolsaram 2,6 bilhões de dólares em receitas geradas por patentes. Desse montante, a Universidade de Nova York (NYU) ficou com 185 milhões de dólares, o maior faturamento entre as universidades americanas.
A estratégia da NYU foi adotar metas de eficiência para seu escritório de licenciamento de patentes. Na maior parte das universidades, esses órgãos funcionam como um repositório de patentes. Na NYU, os responsáveis avaliam o potencial que as invenções têm para se transformar em negócios ou em tecnologias para a indústria.
Hoje, 60% das patentes licenciadas pela NYU são comercializadas, um dos índices mais altos dos Estados Unidos. A universidade também criou 87% mais startups por dólar investido do que a média nacional. 
Estímulo à competição
Um dos passos dados por quem quer copiar Stanford e MIT é a criação de centros de empreendedorismo. Esse é o órgão da universidade que costuma convidar celebridades do mundo dos negócios e ex-alunos para contar suas experiências como empreendedores.
Além disso, promove competições que premiam as ideias mais promissoras dos estudantes. O MIT, por exemplo, distribui anualmente 350 000 dólares em prêmios para os alunos iniciarem empresas.

Inspirados nesse modelo, os estudantes daUniversidade de ­Aalto, na Finlândia, criaram em 2009 um centro de empreendedorismo que coloca investidores em contato com os alunos e também promove competições. As gigantes de tecnologia Nokia e Microsoft doaram 18 milhões de euros no fim de 2009 ao centro.
Por causa da tradição do país no mercado de celulares, a Aalto realiza anualmente o AppCampus, uma competição que dá prêmios de até 70 000 euros aos melhores aplicativos de alunos. De Aalto saíram os fundadores da Rovio, criadora do jogo parasmartphones Angry Birds, baixado mais de 2 bilhões de vezes desde 2009.
Para quem sai do zero, copiar o modelo de Stanford e MIT pode levar décadas. Mas os exemplos mostram que, apesar da demora, vale a pena começar. Israel, muito por sua necessidade de formar engenheiros para o Exército, começou nos anos 80 a importarprofessores americanos.
Com a mão de obra preparada, logo chegaram multinacionais como a montadora General Motors e a fabricante de processadores Intel para instalar mais de 30 centros de pesquisano país. Só depois o governo passou a estimular de fato o em­preen­dedorismo, bancando até 90% dos custos iniciais de startups criadas por alunos das universidades.
Com milhares de empresas formadas, os fundos de venture capital acabaram atraídos para o país. Hoje, Israel tem o maior índice de investimento de capital de risco per capita do mundo — 170 dólares, ante 75 dólares nos Estados Unidos.
Nenhuma peça dessa engrenagem é tão importante quanto a universidade Technion, que ajudou a transformar a cidade de Haifa, no norte do país, numa das regiões com maior atividade de inovação do mundo. Os professores da Technion têm total liberdade para investir ou se aliar a alunos na criação de startups.
Estima-se que um quarto dos 60 000 ex-alunos da Technion já foi sócio de uma empresa iniciante. Entre eles está o israelense Aviad Maizels, fundador da PrimeSense, que desenvolveu a tecnologia de reconhecimento de gestos que ficou famosa no console de videogame Xbox, da Microsoft.
Em 2013, a startup foi comprada pela Apple por 350 milhões de dólares. Países como Chile e China começaram, nos últimos cinco anos, a adotar iniciativas semelhantes.Size_80_homeless-usa
Os casos de universidades que tiveram sucesso em replicar o ecossistema de inovação de Stanford e MIT, no entanto, ainda são raros. Quando não faltam recursos, professores e alunos esbarram em questões culturais.
Em 15 anos de trabalho no Instituto de Tecnologia de Geórgia, em Atlanta, o professor de engenharia Joy Laskar orientou 40 estudantes de doutorado, levantou 70 milhões de dólares para pesquisas e fundou quatro startups. Em 2010, foi acusado pela instituição de desviar recursos da universidade para suas empresas.

Laskar foi afastado de suas funções, teve a casa invadida por agentes estaduais e foi preso — acabou solto depois de pagar fiança. O professor processou a universidade, recebeu salários atrasados e uma indenização. “Se estivesse em Stanford ou no MIT, teria até sido promovido”, diz Laskar, que hoje éconsultor de investimentos.
Regras mais rígidas
Laskar viveu uma situação que muitos professores enfrentam em universidades brasileiras. Georgia Tech, uma instituição pública, tem um código de conduta rígido. Os professores não podem gastar mais de 20% de seu tempo com consultorias e empresas. Já no MIT e em Stanford, que são particulares, é permitido o afastamento por até dois anos para a dedicação a uma nova empresa.
O problema é que a maioria das instituições privadas no Brasil, que poderiam exercer esse papel, prioriza a área de humanas, com pouco potencial para produzir inovações. “A pesquisa de ponta fica concentrada no setor público”, diz Juliano Seabra, diretor da Endeavor, ONG dedicada ao empreendedorismo.
“Mas aí entram em cena as inúmeras amarras burocráticas e culturais para chegar ao mercado.” Um exemplo recente é o do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina. Há dois meses, a instituição proibiu a criação de empresas júnior por alunos. A justificativa: elas não são coerentes com o “papel” da universidade pública.
Outro problema é que os professores não são incentivados a interagir com o mundo corporativo. Uma pesquisa do Insper, instituição de ensino superior de São Paulo, mostra que só 2% dos professores com título de doutorado trabalham em empresas.
“Eles estão mais concentrados em escrever artigos do que em comercializar sua pesquisa”, diz o indiano Vivek Wadhwa, professor da Universidade Duke, dos Estados Unidos, que estuda inovação em países emergentes.
Além disso, no Brasil, para realizar um trabalho em parceria com uma empresa, o professor é levado a mudar seu regime de trabalho para parcial, o que reduz seu salário. Ainda estamos longe de poder chamar qualquer universidade brasileira de empreendedora de fato.
A Lei de Inovação, de 2004, obrigou universidades públicas a criar escritórios que ajudem no contato entre empresas e pesquisadores. O resultado prático foi apenas certa facilidade na burocracia do registro de patentes. Na hora de levar as patentes ao mercado, alunos, professores e empresas conti­nuam sem saber a quem recorrer.
Os bons exemplos são raros, mas existem. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançou há dez anos a Inova, agência que promove a inovação e o contato com o mercado. A universidade é hoje a que mais registra patentes no país. Em dez anos, formou 35 empresas e criou uma rede de 251 companhias que têm pe­lo menos um sócio que estudou na universidade.
Entre elas está a Profusion, desenvolvedora de software comprada em 2013 pela Intel, a única aquisi­ção da multinacional de tecnologia no país. Mas casos como a Profusion ainda são poucos. “As empresas se afastam por causa da burocracia”, diz Milton Mori, diretor executivo da Inova.
“Essas parcerias chegam a demorar meses pa­ra ser aprovadas.” Por enquanto, as universidades brasileiras estão mais para uma versão empobrecida da Georgia Tech, aquela que puniu o professor investidor. Copiar Stanford e MIT é sonhar alto demais. Mas começar a copiar quem está copiando já seria alguma coisa.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

descobrir se você é um gênio

Há alguns meses atrás, publicamos uma lista das 16 pessoas mais inteligentes do mundo .
A lista de classificação por pessoas de QI e foi retirado de um ranking online chamadoO Diretório Genius Mundo . O diretório, criado pelo Dr. Jason Betts, é compilado a partir de testes de inteligência de alta gama certificados enviados por listees.

Veja os testes de QI>

Ao contrário dos testes de QI projetados por psicólogos, os testes de QI de alta gama são criados por amadores e entusiastas de todo o mundo que têm um alto QI-se (um QI de pelo menos 160, que é considerado gênio, é recomendado).
Ivan Ivec, um matemático croata que ocupa o 25 º no diretório gênio com um QI de 169 , já escreveu mais de 15 testes de QI, que estão disponíveis no ultimaiq.net .
"Os testes de inteligência projetados por psicólogos são limitadas no tempo que não se adequa a todos", diz-nos Ivec. "Especificamente, há pessoas inteligentes, capazes de executar ações complexas e resolver tarefas complexas, embora sua velocidade de resolução é baixa."
Testes de QI gama alta geralmente não são cronometrados, mas a maioria pode levar 20 horas ou mais para ser concluído. Eles geralmente vêm em quatro sabores: verbal, numérico, espaciais e lógicas. Qualquer teste pode incluir todos ou uma destas categorias.
Ivec publicou uma lista de seus testes de QI de alta gama favoritos de uma gama de autores em seu site . Teste-compradores votar no seu favorito por e-mail e ele muda a classificação em conformidade.
"Para uma visão completa em suas próprias habilidades, as pessoas são encorajadas a tomar mais exames de diferentes tipos e de preferência a partir de diferentes autores," Ivec explica.
Com a ajuda de Ivec, uma lista dos testes, incluindo os seus pontos fortes e fracos estão listados nos seguintes slides. Vê-los e bater-se o site da Ivec para dar os testes um giro para ver se você é um gênio.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

políticos vida boa super salarios secretos

Congresso esconde lista detalhada de salários


Câmara e Senado se negam a entregar lista de rendimentos com o nome de cada deputado, senador e servidor, o que impede o cidadão de saber o salário real de políticos e servidores ou classificar os rendimentos
A Câmara e o Senado escondem sua folha de pagamentos detalhada, com o nome e o respectivo salário de cada um dos 594 senadores e deputados, além dos mais de 20 mil servidores. Dois pedidos feitos peloCongresso em Foco foram negados pela assessoria de imprensa das duas Casas e pelas centrais de atendimento ao cidadão do Legislativo. A justificativa é que essa é a única forma prevista em normas internas do Parlamento.
Como vem mostrando o Congresso em Focodesde 2011, o Congresso concentra supersalários pagos a políticos e servidores – alguns com rendimentos que superaram os R$ 100 mil em um único mês. Dois anos depois das reportagens, o Tribunal de Contas da União (TCU) mandou suspender os pagamentos, mas nem todos os rendimentos de políticos acima do teto são cortados quando eles recebem de duas fontes pagadoras diferentes. Por lei, nenhum político ou funcionário pode ganhar mais de R$ 28 mil por mês.
Sem essa lista detalhada, não é possível saber os reais rendimentos dos parlamentares e servidores em um determinado mês, já que parte deles recebe dois ou até três contracheques mensais. Também não é possível fazer uma classificação de rendimentos. Foi com base em informações detalhadas como essas – agora negadas, mas fornecidas pelo Congresso ao TCU – que auditores daquele tribunal fizeram duas auditorias em 2009 e 2010, que identificaram mais de 1.500 funcionários do Congresso com supersalários. O prejuízo causado por essa e outras irregularidades somava R$ 3,3 bilhões a cada cinco anos.
De acordo com a Câmara e o Senado, as informações podem ser pesquisadas no próprio site dos órgãos. Mas, da maneira como estão publicadas, é preciso fazer mais de 20 mil pesquisas para obter a lista solicitada pela reportagem. E, em cada, pesquisa, é preciso informar nome, endereço, CPF e digitar um código que impede que robôs e máquinas extraiam esses dados automaticamente.
Duas posturas
Na hora de informar os rendimentos dos parlamentares e funcionários, o Senado e a Câmara adotam posições diferentes. Se for para esconder os nomes dos membros e servidores, aí fornecem uma lista quase completa, mas sem a identificação dos beneficiários, o que permitiria localizar quem recebeu mais de um contracheque no mês por exemplo. A reportagem doCongresso em Foco apenas solicitou que essa mesma lista fosse acrescida de duas informações: o nome e a matrícula do parlamentar ou do funcionário.
Isso porque, hoje, para mostrar o nome da pessoa, a postura é outra. O Congresso não oferece lista, mas apenas uma tela de pesquisa única, fornecida após a identificação dos dados pessoais do cidadão. É preciso fazer 20 mil pesquisas para obter a lista de um único mês de salários.
Investigação
O Ministério Público investiga se o formato da divulgação de salários do Congresso fere a Lei de Acesso à Informação. No ano passado, uma pessoa fez uma denúncia sobre a forma de publicidade no Senado. O denunciante afirmou que a Casa inibia o acesso às informações, contrariando as intenções da lei. O caso é investigado pelo procurador da República no Distrito Felipe Fritz, que apura se órgãos da administração fazem “exigência indevida de fornecimento de outros dados pessoais além da identificação” para se obter dados públicos. A assessoria da Procuradoria da República no Distrito Federal informou que a investigação tem data de conclusão prevista para março de 2014.
A central de atendimento ao cidadão da Câmara informou ao Congresso em Foco que esta é “a única forma disponível” para a consulta nominal das remunerações dos deputados e servidores. Entretanto, diz que vai analisar o pedido do site sob a forma de “sugestão”. Tanto o Senado como a Câmara afirmaram que a forma de divulgação dos salários está respaldada em normas internas das Casas, ou seja, criadas por eles mesmos. Veja as respostas.
Censura
A partir de 2011, o Congresso em Foco passou a revelar nomes e salários de políticos, funcionários e autoridades que recebiam mais do que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o teto do funcionalismo. Foram reportagens que tratavam da situação no Executivo, Judiciário e Legislativo. O então presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP) recebia R$ 62 mil por mês, acumulando o subsídio de parlamentar e duas aposentadorias no Maranhão.Screen Shot 2014 01 02 em 9.54.33 AM
Depois que revelou quem eram 464 donos de supersalários no Senado, o site foi alvo de 50 ações judiciais, a maioria incentivada pelo sindicato dos funcionários. Duas delas pediam a censura prévia do Congresso em Foco. Todas as ações julgadas foram consideradas improcedentes. Hoje, só restam três processos. É por isso que há uma competição ferrenha para disputar um cargo que tem poder de supercorrupção com empreiteiras, bancos, religiões e todo tipo de lavagem de dinheiro. Os politicos fazem milhares de leis, mas as mais importantes não são para a sociedade mas para manter secretos seus delitos financeiros.

Segunda pessoa é atendida no México após consumir droga que "come a pele"

Jovem de 17 anos teria consumido a droga no Estado americano do Texas, onde mora. Ela foi tratada durante viagem para visitar parentes em Puerto Vallarta

Após se tornar popular na Rússia, a presença de Krokodil, droga conhecida pelo efeito de apodrecer a pele humana, foi confirmada no oeste do México, segundo informa o jornal britânico Daily Mail. As autoridades de Puerto Vallarta, no Estado de Jalisco, anunciaram que uma americana de 17 anos, moradora da cidade de Houston, foi tratada após sofrer com os efeitos colaterais da chamada "heroína de pobre" durante uma viagem ao local. 
Segundo Enrico Sotelo, médico-chefe do conselho para viciados de Jalisco, a jovem é moradora do Estado americano do Texas. Ela chegou ao país para visitar parentes em novembro e se internou em uma clínica de Puerto Vallarta dias depois para tratar deproblemas digestivos. 
Os médicos acreditavam que a jovem sofria de uma doença sexualmente transmíssivel porque suas genitálias haviam sido corroídas. "Não era sexualmente transmissível. Ela disse que vinha utilizando Krokodil há dois meses", disse José Sotero Ruiz Hernández, do Instituto Nacional de Migração, ao jornal El Periodico Correo.
Sotelo diz que não há nenhum outro caso da droga em Jalisco e que a jovem disse ter consumido a droga nos Estados Unidos. Até o momento, há apenas um outro caso de pessoas tratadas pelo consumo de Krokodil no México, uma pessoa no Estado fronteiriço deBaixa Califórnia. 
A vítima não foi identificada e seu status é incerto, uma vez que ela nunca retornou à clínica que tinha procurado em um primeiro momento.
A Krokodil é um susbstituto caseiro para a heroína que ganhou popularidade na Rússia. A droga é usualmente feita a partir de uma mistura de anestésicos, gasolina, iodo, fósforo e outros químicos.